Telemarketing sensibiliza a equipe para o final do ano

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O telemarketing do Lar São Domingos realizou, esta semana, um encontro interno para sensibilizar ainda mais as operadoras para a causa primeira do seu trabalho, caracterizado basicamente por buscar recursos para a manutenção da assistência às 500 crianças e adolescentes através de ligações telefônicas.  Na oportunidade, elas puderam conhecer histórias de dor e de sofrimento que estão sendo superadas graças ao suporte oferecido pela instituição filantrópica.

O encontro aconteceu nas próprias dependências do setor e reuniu não só as operadoras, mas também os mensageiros responsáveis por recolher as doações dos contribuintes. O grupo de flauta doce também fez uma pequena apresentação antes da palestra. Este foi o primeiro passo para a campanha de final de ano do telemarketing, que inclui datas importantes, como o Dia das Crianças e o Natal.

Segundo a supervisora do setor, Laysa Marinho, conhecer a história dessas crianças e os inúmeros dramas vividos por elas, ainda em tenra idade, fortalece ainda mais o compromisso do setor com a causa.

Na oportunidade, seis histórias foram compartilhadas com a equipe, em uma pequena palestra realizada pelas coordenadoras do Serviço Social e da Pedagogia, Gisete Carvalho e Liliane Araújo, respectivamente. De acordo com ela, as convidadas não revelaram nome nem imagem das crianças, mas contaram os seus dramas e como o Lar São Domingos as está ajudando a superá-los.

“É um conjunto de ações que contribuem para resgatar a autoestima dessas crianças e ajuda-las a vencer as dificuldades enfrentadas no seu dia a dia. Ações que vão desde o acompanhamento psicológico a um simples banho e a doação de um sabonete, ou desodorante, para quem não dispõe nem mesmo do mínimo”, esclarece.

Trabalhando há pouco menos de quatro anos na ONG, a supervisora declara também estar mudando desde que entrou no Lar São Domingos. E lembrando da história de uma criança que assistiu a mãe ser assassinada pelo próprio pai, destacou, emocionada: “A gente cresce como pessoa e como profissional a cada dia vivido aqui. E vê que os problemas que enfrentamos no dia a dia são mínimos diante da vida desses meninos. Isso faz com que a gente sinta mais vontade de trabalhar e de incentivar as colegas a serem o clamor dessas crianças junto à sociedade”.

 

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